Em nossa última noite em Sta. Bárbara fomos jantar num restaurante na State St, a rua principal do centro histórico. Havíamos visto esse restaurante à tarde – Chase - e achamos bonitinho. Pois é, bonitinho mas ordinário. A comida estava bem ruinzinha.
Nosso último dia foi o
deslocamento de Santa Bárbara até Los Angeles, para pegar o voo no dia
seguinte. O pernoite se fazia necessário devido ao horário do voo.
Saímos sem pressa,
passeando, continuando a ver plantações as mais diversas, belas paisagens
costeiras, agora mais próximo do mar. Algumas áreas com areia branca e uma
“State Beach”, ou seja, a praia aberta ao público com infraestrutura de
estacionamento, vestiários etc.
Ao contrário do Brasil,
muitas áreas costeiras são particulares, com casas ou condomínios de frente
para a praia, sem acesso ao público nessas áreas.
Paramos no Camarillo Premium Outlets para as compras finais e almoçar, pois ficava bem na nossa estrada.
Após o almoço ainda passamos por algumas cidades
que conhecemos bastante dos filmes, como Malibu, Sta. Mônica, mas não vimos
muita coisa pois não entramos na cidade.
Em Los Angeles nos
hospedamos perto do aeroporto para facilitar. O hotel era o Fairfield Inn da
rede Marriot, embora fosse um quarto confortável etc., achamos que o serviço do
hotel deixa a desejar – tudo é self-service – não tem ninguém para ajudar com
malas, além do estacionamento ficar longe e caro. E o café da manhã é aquele básico com tudo industrializado e que
você mesmo faz tudo.
À noite descobrimos um Olive
Garden por perto e fomos encerrar a viagem por lá. Como sempre, comemos bem e
fomos bem atendidos.
Na manhã seguinte,
entregamos o carro na locadora e fomos ao aeroporto e descobrimos que nosso voo
iria atrasar 1 hora, o que nos deixou apreensivos devido à conexão em Chicago
ficar apertada. Mas o voo saiu direitinho e, mesmo com o atraso, deu tudo
certo. E para nossa sorte, os portões de chegada (C-14)e de saída (C-10) eram no mesmo
terminal e quase em frente ao outro!!!
O voo de Chicago até S.
Paulo foi tranquilo, chegamos no horário e seguimos para a próxima conexão até
Brasília. Enfim, chegamos bem, porém cansados da maratona da volta que desde a alvorada até a chegada em casa deu 30 horas.
Mais uma viagem cumprida,
mais um quadrinho marcado, muita história para contar e lembranças para
guardar.
Aproveitando que não tinha
muito o que falar, vou fazer um “resumão” da viagem.
Os “highlights” da viagem
foram os parques, Sequoia e Yosemite, com suas belas paisagens e encantos
naturais; e Lake Tahoe, igualmente belo e cheio de atrações.
São Francisco foi mais ou
menos o que esperávamos. Uma cidade interessante, com muitos atrativos. Mas
nada imperdível.
A “famosa” Hwy 1 foi para
nós decepcionante. Eu esperava mais. Exceto por Monterey, 17-mile Drive (que é bonita, mas não imperdível) e Carmel, no começo da estrada e
Santa Bárbara no final, que foram locais muito interessantes e que nos surpreenderam
positivamente, a estrada em si não tem nada de excepcional.
É mais um daqueles “gato por
lebre” que os americanos nos vendem. Não nego que a paisagem do Oceano Pacífico
seja muito bonita. Mas são cerca de 400 km de mais do mesmo – recortes do
litoral, mar, uma e outra praia. Há algumas pequenas cidades litorâneas
simpáticas, como Cambria, mas praia que é bom, não tem. Só a vista do mar!!!
Muitos locais de parada para ver..... a mesma coisa de outro ângulo!
Achamos que os custos nos
EUA estão muito altos em termos de hospedagem e de alimentação. A não ser nos
“fast foods” onde a comida é realmente barata, qualquer outro restaurante o
preço é alto. Por exemplo, um hamburger que nos fast-foods custa cerca de 7
dólares pula para 15 num restaurante normal. Qualquer lanche para duas pessoas
sai por 35-40 dólares! (E se a gente considerar o câmbio, aí o bicho pega!)
E os hotéis não ficam atrás
– hotel por menos de 150 dólares tá difícil. Até os do tipo motel, sem nenhuma
infraestrutura chegam a 180-200 dólares com as taxas e sem café da manhã.
Os fast-foods achamos bem
caídos – serviço lento, ambiente com aspecto engordurado, sem funcionários
limpando mesas, estruturas precisando de uma reforma!
Compras, só nos Oulets e com
as promoções, porque no comércio normal os preços ficam proibitivos para nós. A
não ser, por exemplo, os eletroeletrônicos que eles ainda levam vantagem,
embora já não seja tão grande quanto anteriormente.
Ainda temos alguns locais
que queremos conhecer nos EUA, mas vamos estudar bastante isso.
Até a próxima viagem.....


Excelente o blog e os comentários finais. Nando.
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